E eu me recrio de tudo que me fizerem;
E eu me reformulo de tudo que me transformarem;
Não paro, não vigio, não espero -
que seja fácil -, é apenas o que quero.
O que quero por ser assim a vida;
O que quero por ser assim, por mim, vivida.
E eu me reformulo de tudo que me transformarem;
Não paro, não vigio, não espero -
que seja fácil -, é apenas o que quero.
O que quero por ser assim a vida;
O que quero por ser assim, por mim, vivida.
Esse poema nasceu de mim hoje, postei no meu fotolog, havia um bom tempo que não colocava nada dese tipo lá. Foi no fotolog.com que eu comecei a escrever, a me libertar. Talvez tenha sido aquele lugar, cybernético e intocável, que me transformou em alguém que consegue exteriorizar a própria emoção e não apenas relatar a de outros.

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